Estação Marquês de Pombal


Marquês de Pombal ("Rotunda" até 1995) é uma estação dupla do Metro de Lisboa, onde se interligam duas linhas: a Linha Azul e a Linha Amarela. Situa-se no concelho de Lisboa, entre as estações Parque e Avenida (Linha Azul), e Picoas e Rato (Linha Amarela). É uma das onze estações pertencentes à rede original do Metro de Lisboa, inaugurada a 29 de Dezembro de 1959, com a particularidade de ser, à data, a única estação de interface da rede. 

Esta estação está localizada na Praça do Marquês de Pombal. A estação possibilita o acesso ao Parque Eduardo VII e ao topo da Avenida da Liberdade, e é uma das mais movimentadas da cidade. À semelhança das mais recentes estações do Metro de Lisboa, está equipada para poder servir passageiros com deficiências motoras; vários elevadores facilitam o acesso ao cais.

Sé de Lisboa


A Sé de Lisboa, inicialmente designada de Igreja de Santa Maria Maior, foi mandada construir em 1150 por D. Afonso Henriques, três anos depois de ter conquistado Lisboa aos Mouros.

A Sé de Lisboa foi construída no local de uma antiga mesquita, para o primeiro bispo de Lisboa, o cruzado inglês Gilbert de Hastings. Os três terramotos que a devastaram no século XV, bem como o de 1755, foram bastante inclementes para com a Matriz de Lisboa, dedicada a Santa Maria Maior, que sofreu danos e foi sendo renovada ao longo dos séculos.

Oceanário de Lisboa


O Oceanário de Lisboa é um museu de biologia marinha situado no Parque das Nações em Lisboa, Portugal, construído no âmbito da Expo 98.
Este pavilhão, da autoria do arquitecto norte-americano Peter Chermayeff, lembra um porta-aviões e está instalado num cais rodeado de água. É o segundo maior oceanário do Mundo e contém uma impressionante colecção de espécies — aves, mamíferos, peixes e outros habitantes marinhos.

Os habitats escolhidos, pela sua riqueza natural em termos de fauna e flora, foram os seguintes: oceano Antárctico, recife de coral do oceano Índico, costas rochosas do oceano Pacífico e costa dos Açores, no oceano Atlântico.

A principal atracção no Oceanário de Lisboa, para a maior parte dos visitantes, é o grande tanque central, onde coexistem várias espécies de peixes como tubarões, barracudas, raias, atuns e pequenos peixes tropicais. Embora pretenda ser uma representação do oceano aberto, tem sido criticado por vários cientistas pelo facto de juntar espécies pouco relacionadas no mesmo espaço.

Torre Vasco da Gama



A torre Vasco da Gama é uma torre em estrutura mista de 142 m de altura no topo[1], construída junto ao rio Tejo, no Parque das Nações, em Lisboa, para a EXPO 98, a exposição mundial de 1998. Foi projectada pela Profabril e SOM (Arquitectura Leonor Janeiro, Estruturas Nuno Costa) A construção no alto da torre durante a exposição era um restaurante de luxo com vista panorâmica sobre o rio Tejo e a cidade de Lisboa. O restaurante permaneceu aberto durante cerca de três anos após a exposição. A torre permanece encerrada ao público desde então.

É uma das mais altas construções de Portugal.

Em Agosto de 2008, iniciou-se junto da torre a construção de um hotel de cinco estrelas da cadeia Sana, prevendo-se que esteja pronto no fim de 2013.

Parque das Nações



O Parque das Nações é a designação actual da antiga Zona de Intervenção da Expo, que inclui o local onde foi realizada a Exposição Mundial de 1998 e ainda todas as áreas sob administração da ParqueExpo, S.A. Esta área tornou-se, entretanto, um centro de actividades culturais e um novo bairro da cidade, com perto de 15.000 habitantes (prevendo-se que o total de população seja de 25.000, daqui a poucos anos), com várias instituições culturais e desportivas próprias. O Parque das Nações é actualmente considerado como um dos bairros mais seguros da cidade de Lisboa. 

A sua arquitectura contemporânea, os espaços de convívio e todo o projecto de urbanização e requalificação urbana trouxeram nova dinâmica à zona oriental da cidade de Lisboa que, em 1990, ainda era uma zona industrial.

Destacam-se, como exemplos da arquitectura presente no Parque das Nações, as abóbadas das plataformas da Gare do Oriente, de Santiago Calatrava, impondo a sua linha arquitectónica; o Pavilhão de Portugal, do arquitecto português Álvaro Siza Vieira, que tem por entrada uma imponente pala de betão pré-esforçado, que se baseia na ideia de uma folha de papel pousada em dois tijolos, abrindo o espaço à cidade para albergar os diversos eventos que um espaço desta escala acolhe.

Praça do Comércio

  
A Praça do Comércio, também conhecida por Terreiro do Paço, é uma praça da Baixa de Lisboa situada junto ao rio Tejo, na zona que foi o local do palácio dos reis de Portugal durante cerca de dois séculos. É uma das maiores praças da Europa, com cerca de 36 000 m² (180m x 200m).

Em 1511, o rei D. Manuel I transferiu a sua residência do Castelo de São Jorge para este sítio junto ao rio. O Paço da Ribeira, bem como a sua biblioteca de 70 000 volumes, foram destruídos pelo terramoto de 1755. Na reconstrução, a praça tornou-se no elemento fundamental do plano do Marquês de Pombal. Os edifícios, com arcadas que circundam a praça, albergam alguns departamentos de vários Ministérios do Governo Português e ainda o famoso café Martinho da Arcada, o mais antigo de Lisboa, e um dos preferidos de Fernando Pessoa.


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